Segunda-feira, 31 de Janeiro de 2005

“O Dançar de uma Deusa”

Jufih.Ber5.JPG


A música é suave, envolvente.
O clima da dança é mágico, como num conto das mil e uma noites.
No ar, os incensos perfumados relaxam o corpo e a mente.
A mulher se prepara para a dança, enfeita-se, veste-se com seu belíssimo traje de tecido leve e brilhante.
Seus véus esvoaçam diáfanos, como se fossem levados pelo vento.
A delicadeza de suas mãos e de seus gestos parecem transforma-la em uma criatura celestial.
Seu corpo dança, sinuoso como uma serpente, como se deslizasse suavemente ao som de uma flauta.
A expressão de seu rosto é de felicidade, seu semblante reflete esplendor, beleza e feminilidade divinos.
Tudo nela é suave, delicado, mas seus olhos são fortes, possuem um magnetismo desconcertante e cheio de mistérios.
Meio em transe, se entrega ao ritmo da dança.
Não importa se é gorda ou magra, feia ou bonita, idosa ou jovem – sabe apenas que é mulher, feminina, sensual, plena, cheia de vida e energia.
A dança revela seu mistério num olhar, num gesto, num sorriso, num jeito de jogar os cabelos, no andar, no brilho da aura de quem está de bem com a vida e não tem medo de ser feliz.

TEXTO ESCRITO POR SUELI LYZ, retirado do seu livro: “Dança do Ventre – Descobrindo sua Deusa Interior”
publicado por Jufih às 04:19

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Domingo, 30 de Janeiro de 2005

História da Música e Instrumentos Árabes

Instrumentos Árabes.bmp

-por Wafaaq Salman
-Tradução e adaptações: Thiago Gabriel
-Apareceu primeiro em Al-Wafaa News edição #14 Primavera, 1993
Reescrita na edição # 30 , 1997

"A palavra "Musica" vem do grego "Mousiki" que significa a ciência de compor melodias. Qilm al-musiqa era o nome dado pelos Árabes para a teoria Grega da musica para distingui-la de Qilm al-ghinaa'que era a teoria prática Árabe.

A origem da teoria Árabe da musica era uma Semita antiga que teve impacto sobre, se não foi a fundação da teoria Grega. "Claro, que os Árabes e Persas possuiram uma teoria da musica bem antes de serem influenciados pelas traduções feitas do Grego no final do 8° e começo do 9° seculo."

No meio do 9° seculo, os efeitos das teorias musicais dos Gregos antigos sobre a musica começaram a ser sentidos. Entre esses temas estavam os Problemas de Aristotenes e De anima, os comentários de Themistius e Alexander Aphrodisiensis no passado, dois trabalhos por Aristoxenus, os dois livros de musica de Euclid e os Harmonicos de Ptolomeu, todos que foram traduzidos para o Árabe como sabemos atraves de Al-Farabi.

A ciência da musica agora se tornou um dos cursos do quadrivium, e foi estudada pela maioria dos estudantes do periodo. O primeiro a lidar com o recém achado tesouro dos "Antigos" foi Al-Kindi (d.874). Sete tratados da teoria da musica aparecem com seu nome. 4 deles sobreviveram: 3 deles estão em Berlim e o quarto está num museu Bretão.Depois de Al-Kindi, nos tivemos um intervalo de aproximadamente um século na documentaçao. Seguinte a Al-Kindi estava o grande teórico Al-Farabi. Seu Livro "Al'kitab Al'kabiir" incluia imensa e detalhada informação sobre musica e instrumentos musicais.

"Al-Farabi era um bom matemático e físico, e isso possibilitou-o para fazer justiça ao que os Árabes chamavam Teoria Especulativa, até mesmo para não repetir os erros dos Gregos. Mesmo porque ele era algo mais. Ele era um músico praticante e podia apreciar a arte tão bem quanto a ciência, o que era mais do que Themistius podia fazer, assim como Al-Farabi mencionou por ele mesmo. Como um "performer" com uma reputação, ele podia trazer a arte prática para casar com as discussoes. Ainda mais, ele era mais abrangente que os Gregos em lidar com as bases fisicas do som, ele podia também fazer contribuiçoes valorosas para acusticas fisiologicas, as sensações da intonação, uma questao que os Gregos deixaram praticamente intocada."

Al-Farabi (d.950) descreve um instrumento musical chamado Al-Tunboor Al-Baghdadi que era usado no seu tempo. "Henry George Farmer em seu livro; "Fatos Históricos para a Influência Musical Árabe.", nota que "a influência devido ao contato com a cultura Árabe a respeito dos instrumentos musicais é mais vasta do que geralmente era conhecido. A origem das palavras "lute", "rebec", guitarra e "naker" vem do Arabe Al-'ud, rabab, qithara e naqqara, é um fato conhecido [ver Dicionário Oxford]"

Outras palavras como adufe, albogon, anafil, exabeba, atabal, e atambalare originalmente Árabes também. Derivam de Al-duff, Al-booq, Al-nafeer, Al-shabbabe, Al-Tabl e Al-Tinbal. O adufe é um tamborim quadrado. Outro tipo de tamborim mencionado no livro de Farmer é um tipo redondo chamado panderete. "A palavra equivale ao Árabe bendair." O Bendair lembra o Taar, mas sem os disquinhos metalicos.O instrumento tem uma intonação como o tambor do lado Oeste. O Taar é um outro tipo de tamborim com pratinhos que chacoalham na lateral. O albogon, vindo do árabe al-booq, era em um caso uma "corneta", e em outro um tipo de saxofone melhorado pelo Sultao Al-Hakim II de Andaluzia. Al-Shalahi (13° seculo) nos informa que os Cristãos pegaram o instrumento emprestado pelos Árabes. O anafil era uma Trompeta longa e delgada. Farmer menciona que "É geralmente admitido pelos nossos antiquarios musicais que a trompeta cilindrica veio dos Arabes."A origem das palavras atabal e atambal do Arabe al-Tabl e do Persa al-Tinbal, é clara o suficiente filologicamente", diz Farmer:"Isso deve vir em consequência de que a formadora é a palavra mais velha, e de que a mais nova foi adotada no tempo das Cruzadas." Al-Tabl é um grande tambor.Al-Tumboor parece ser identico a Al-Tabl. Pertence a musica militar. Foi adotado pelas forças armadas Ocidentais para controlarem a hora das Cruzadas. Essas bandas antes de tal adoção eram apenas servidas por Trompetas e Cornetas. Além do instrumento previamente citado, ha muitos outros cujo nome Árabe ou origem não foram bem esclarecidos. "Praticamente, toda a familia de tambores foi para a Europa Ocidental através de contato Árabe, ou foi popularizada por esse meio." Por exemplo, o pequeno tambor (naker, timbale)que era chamado "le tambour de Perses." O naker (originalmente naqqara) ou o pequeno tambor é um instrumento timpanico com um corpo duplo hemisférico tocado com baquetas de madeira. É um dos instrumentos essenciais usado com Maqam e data da era Abbasida (por volta do 12° seculo) quando Baghdad se tornou capital do Mundo Muçulmano. Dirbakka, dunbug e Tabla são varios nomes de um tipo de tambor. Tabla é uma palavra Árabe enquanto que dunbug, um termo usado no Iraq e outros países do Golfo, é uma palavra Persa. A palavra dirbakka (ou derbakki) é uma "giria" usada na Laventina (Siria, Líbano, Jordania e Palestina.)

O Tabla tem aproximadamente 40 cm de comprimento e é tocado tanto solto em uma das pernas ou suspenso por uma corda sobre o ombro esquerdo e levado sobre o braço esquerdo. É batido com ambas as mãos e produz sons diferentes quando batido próximo a lateral e perto do meio. O Tabla Iraquiano ou dunbug que é apenas usado no Iraque hoje tem aproximadamente 10 cm em diametro e é especialmente usado para musica popular ou estilo Gypsy.

O Kaithaar é um instrumento interessante dada a origem da guitarra de dorso chapeado na Europa. Tem sido argumentado que a palavra Espanhola guitarra (com t) é derivada do Árabe qitara, mais do que do Grego kithara (Ki0apa) (com th). Parece que as palavras Árabes qitara ou qithara, eram apenas usadas quando se lidava com o instrumento Grego ou Bizantino, enquanto kaithaar era usado para o instrumento Arabe. Henry George Farmer diz que "até Al-ShalaHi diz que a palavra Kaithaar é pós-classica. Ele denota uma curta definição desta por Abu Bakr Al-Turtushi (d. 1126), que diz que esse é "um instrumento de cordas." Mais importante, entretanto, é um verso por Ibn Abd Rabbihi (d.940)."Entre os instrumentos de cordas, está o Arabe qanoon, que se tornou o Europeu Kanon, Canon e Canale no mesmo tempo.

Al-qanoon é um instrumento trapezoidal com um alcance de 3 oitavas que é tocado com o auxílio de um plectro e utilizando os dedos de ambas as mãos. O número total de cordas pode variar entre 64 e 82.

Quatro teorias são propostas por escolares Árabes e Europeus a respeito da origem do al-qanoon: Uma diz que al-qanoon é originariamente Greek, outra indica que foi originado no antigo Egito, a terceira diz que foi originado de um instrumento musical retangular usado na antiga Assiria que tinha cordas paralelas no topo de uma caixa sonora, e a quarta teoria diz que qanoon é originariamente Indiano.Há varias teorias sobre a origem da palavra qanoon também, entretanto, dados de uma utilização mais antiga da palavra qanoon como um instrumento "acrodophone" durante a era Abbasida, por volta do 10° seculo, foi mencionada nas estorias das mil e uma noites.

Al-'ud possue uma forma de meia-pera com "tiras de madeira, o 'ud tem de 10 a 12 cordas, é tocado com um pequeno plectro. Mr. Farmer em "O Legado do Islam (1931) escreveu: "O legado do Islam para a Europa Ocidental em instrumentos musicais foi de grande importancia.
Houveram muitos tipos distintos Árabes intruduzidos. Com esses instrumentos vieram muitos benefícios. Menestreis Europeus, prioritariamente devido ao contato Árabe, apenas tinham a cithara e harpa entre os instrumentos de cordas, e eles apenas tinham seus ouvidos para lhes guiar enquanto entoavam. "A origem do al-'ud é um fato complexo de lidar. Há 6 teorias sobre a origem do al-'ud: Uma diz que é originariamente Sumério, a segunda diz que é Persa, a terceira que é Egípsia, a quarta que é Ariana, a quinta que é Judia e a sexta que é Akkadia do antigo Iraque.A palavra 'Ud vem da palavra Árabe que denota madeira. Pinturas de instrumentos tipo 'Ud foram descorbertas em ruínas no antigo Egito e Mesopotamia. Persas e Indianos o tocavam em tempos antigos. Entretanto, foram os Árabes (durante a era Abbasid), que melhoraram o 'Ud, chamaram-no assim e o passaram para o Ocidente.

Outro instrumento de corda é al-SanToor. A palavra al-SanToor pertence a familia de linguas Semitas; Árabe, Hebraico, Aramaico e Amharico. No Torah ou Antigo Testamento, a palavra "p'samterion" foi traduzida para o Grego como "psalterim" e para o Latin tornou-se "psalterium". Na tradução Árabe do Torah, a palavra se tornou "SanTeer". Al-SanToor pertence a familia dos chrodofones e consiste de 72 (a 100) cordas. É trapezoidal e tocado com dois pauzinhos. É dito que sua origem é da Babilonia antiga. Al-jawza é atualmente comum no Iraque. É um dos principais instrumentos usados com o Maqaam. Al-jawza é chamado assim porque é feito de Jawz Al-Hind ou Côco Indiano. Têm 4 cordas e uma caixa sonora arredondada. Musicologistas Árabes são capazes de traçar suas proprias formas folclóricas do tempo antigo dos Beduinos, cujas caravanas musicais -the huda- animavam suas viagens desérticas.

Os outros dois instrumentos mais famosos usados na musica Beduina são o naay e rababeh ou rebec.Rababeh é um instrumento de uma corda simples com uma caixa sonora quadrada tocado como um violino. O rababeh foi levado para a Espanha pelos Árabes e distribuido a partir dela para a Europa com o nome rebec. É usualmente referido que Al-Farabi (10° seculo) foi o primeiro a mencionar o rababeh. Entretanto, Ali de Isphahan mencionou que o rababeh era usado na corte de Baghdad 2 seculos e meio antes disso. Esse instrumento é cotado como como um dos precursores do violino Europeu. O medieval xelami é na verdade o Arabe Zulami. Um instrumento inventado em Baghdad no começo do seculo nono. A exabeba era uma pequena flauta lembrando a Árabe Shabbabe ou Al-naay. Al-naay é um termo Persa. Palavras Arabes para o mesmo instrumento podem ser beQaSaba, Shabbabe ou minjara. Al-naay é uma flauta vertical e um dos instrumentos mais antigos empregados na música Árabe. É apenas um simples tubo aberto feito de cana de açucar onde o instrumentalista sopra diagonalmente atraves da abertura. Os "cachimbos de vento" ,flautas simples, datam de antes da idade da Pedra e foram achados em todo hemisfério ocidental em tempos antigos. "

-Referências:
1. Enciclopedia do Islam Volume III L-R, editada por M. Houtsma, A.J. Wensinck,E.Levi-Provencal, H.A.R. Gibb et W. Heffening.
2. "Uma História da Musica Árabe", por Henry George Farmer, publicada por Lowe &Brydone, Haverhill, Suffolk, England, 1929.
3. "Musica Antiga e Oriental" por Egon Wellesz, publicado por Oxford University Press.
4. "Estudos em instrumentos musicais Orientais" por H.G. Farmer, London, 1931.
5. Artigo em "Musica Arabe" por Halim Dabh, The Arab World Magazine Jan.-Feb. 1966 (Arab Information Center, New York)
6. Artigo em "Musica no Oriente Médio" por Afif A. Boulos, Aramco World Magazine, Jan.-Feb 1966
/ NÃO REPAREM NO PORTUGUÊS, POIS O TEXTO FOI ESCRITO POR UM ÁRABE.
publicado por Jufih às 06:32

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Sábado, 29 de Janeiro de 2005

Tradução de "Betwanes Beek" da Cantora Warda

partejuli2.JPG


Betwanes Beek
Meu prazer é estar com você

Betwanes bik u inta maaya (Eu sinto prazer com você quando você está comigo)
Betwanes bik ua bala'i fi orbek dunyaya (Eu sinto prazer com você e encontro meu mundo quando você está ao meu lado)

Refrão Refrão
Lama etarrab ana batwanes beek (Quando você chega perto eu sinto você)
Ua lama betebad ana batwanes beek (Quando você está longe eu sinto você)
Ua khayalak bikun wayaya wayaya (E sua imagem vem comigo)
Ua enga'h soutak, soutak bewanasni (E a lembrança da sua voz me conforta)
Ua hawak fil bou'd, fil bou'd beyahrousni (E seu amor me protege até longe)
Ua shouq enadilak gouwaya (o amor está chamando você do mais profundo do meu ser)
Uana, wana, wana, wana, wana, wana, (E eu, e eu,e eu)
Ana ana ana ana ana ana (Eu, eu ,eu,)
Betwanes beek u inta maaya (Eu adoro sua companhia quando você está comigo)

Bitmourr s'eat ba'ad louana (Horas passam depois de nossos encontros)
Ua rouh liwugudak atchana (E minha alma é sedenta esperando tua presença)
Tewahashni 'ayneek (Eu tenho tanta saudade de teus olhos)
Ua bal' edounya ba'it fadya (E apesar de o mundo parecer vazio)
Ma'a 'eni enaas rayha u gaya (Mesmo com as pessoas indo e voltando)
Wa ana bahlem beek (Eu sonho com você)

Ala toul fi khayali banadeelak (Estou sempre te chamando nos meus devaneios)
Ua ba'oul ya 'atgini ya hagilak (Eu falo para mim mesma que ou você vem até mim, ou eu vou até você)
Men gheer mawa'id (Sem marcar hora)
Uy adoubak we fi néfsse e'essania (Oh, se eu pudesse num instante)
Ba leik 'udami ya 'aneia (Encontrar você do meu lado, olhos meus)
Wa el'id fil 'id (E nós com as mãos unidas-)
Refrão

Cantora:Warda El Jaza'iriya.
Letra: Omar Batiesha
Musica: Salah El Sharnobi
publicado por Jufih às 04:29

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Sexta-feira, 28 de Janeiro de 2005

Deusa Egípcia MAAT

partefestival2004.JPG

Maat (de 16/9 a 15/10)
Maat é a deusa da justiça, da verdade e do equilíbrio. As pessoas nascidas sob o signo de Maat
não toleram a injustiça. Passam a vida a cultivar relações harmoniosas e esforçam-se para viver sempre
em equilíbrio. Em nome dessa filosofia, aprendem a ser diplomáticas e raramente se deixam abalar por
intrigas ou fofocas.
publicado por Jufih às 04:48

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...

Jufih.Ber15.JPG

"Devemos considerar como perdido, todo o dia em que não tivermos dançado pelo menos uma vez." Friedrich Nietzsche
publicado por Jufih às 03:47

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Quinta-feira, 27 de Janeiro de 2005

Apresentação

Jufih 2.JPG

Oi, vou começar me apresentando: meu nome é Jufih Maat Ayuni, nasci em 1982 em Florianópolis/ SC, e desde os meus 5 anos de idade me dedico à arte de dançar. Iniciei com o Ballet Clássico, dança que estudei durante 11 anos consecutivos e depois, buscando uma forma mais completa e livre de expressão, iniciei meus estudos na arte da Dança Oriental, em 1998, com a professora Lenita Soza, e desde então não parei mais de me dedicar a esta dança milenar, feminina e completa. Realizo anualmente viagens para São Paulo buscando o aperfeiçoamento da minha dança. Durante estes 17 anos de dedicação à dança, já me apresentei em diversas cidades de SC, em São Paulo/ SP, em Curitiba/ PR e em Ciudad del Este/ Paraguai, onde participei do Show de Chaker Akiki – músico libanês. Fiz também uma pequena participação na novela “O Clone”. Organizei em 2004 um evento (Show e Workshop) em Florianópolis com a bailarina Kahina, da Khan El Khalili. Atualmente ministro aulas nas Academias Espaço Vida Saudável e Espaço Terapêutico Flor de Lis.
publicado por Jufih às 05:09

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